A Praça Cívica recebeu, nesta quinta-feira (04/12), o primeiro Banco Vermelho de Goiânia, entregue pela coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, marcando o início dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.
Com o lema “sentar e refletir, levantar e agir”, a instalação representa o sangue de vítimas de feminicídio e convoca a sociedade para uma reflexão urgente.
A iniciativa, que já se tornou lei federal em 2024, está presente em 13 estados e também no Senado Federal. Em Goiás, a ação é realizada pelo Goiás Social, em parceria com o Instituto Banco Vermelho, criado pelas pernambucanas Andrea Rodrigues e Paula Limongi, que transformaram a dor da perda de amigas em mobilização nacional.
Durante a inauguração, Gracinha destacou a importância da denúncia e do engajamento coletivo. Autoridades como o secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, a superintendente da Mulher, Evelin Rodrigues, e a delegada da Deam, Ana Elisa Gomes, reforçaram a necessidade de ampliar políticas públicas, proteger vítimas e fortalecer ações educativas.
Mais do que um símbolo, o Banco Vermelho se torna um espaço de memória, conscientização e compromisso com o feminicídio zero — lembrando que cada gesto de atenção pode salvar vidas.
📸 Fotos: Júnior Guimarães





